O POETA DO CERRADO
Elismar Santos
segunda-feira, 27 de julho de 2015
VIDA
A chupeta jogada ao chão
e as almofadas amarrotadas.
Ao longe, no infinito,
a foice rasga o mato
corta o peito
e fere a alma.
Cá dentro, em silêncio,
o homem morre.
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