As atalaias, feito sentinelas atentas,
Vislumbram-nos, enquanto pelejamos.
O arrebol guia-nos pelos alvos campos
Enquanto cantarolamos módicas
Palavras de amor.
Estupefatas, as árvores nos olham
Enquanto os sonhos mórbidos
Descansam no doce regaço dos rios
.
É triste ver o quanto a estrada é longa
Dolorosa e putrefeita
Mas
Ainda que não ouçamos
Ao longe
Distante dos nossos olhos e ouvidos
Ninfas poetisas
Esperam pelos sorrisos mais sórdidos
De cada poeta desvairado.
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